O pensamento de Nietzsche foi usado pelos mais diferentes grupos e para os mais diversos fins. As divergências sempre marcaram as interpretações sobre esta obra polêmica. Para alguns, Nietzsche foi um dos precursores do nazismo, enquanto para outros é encarado com um pensador dos mais revolucionários. Há quem acredite que ele defendeu o ateísmo; e quem afirme que não passava de um cristão ressentido. Há ainda os que viram em Nietzsche o inspirador da psicanálise e os que o têm como verdadeiro crítico da ideologia. Trata-se de um autor misógino? De um pensador iconoclasta? De um autor, sobretudo, contraditório?
Aqui temos uma junção de idéia coordenada por Scarlett Marton, fundadora e coordenadora do Grupo de Estudos Nietzsche, da Universidade de São Paulo (USP).
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